Interoperabilidade e avaliação

Integração concebida para a realidade hospitalar.

A interoperabilidade não se resolve acrescentando a expressão “API-ready”. Cada instituição tem sistemas, perfis, terminologias, fluxos e responsabilidades diferentes.

A integração do SICC será definida com as equipas técnica, clínica, de proteção de dados e de segurança de cada instituição.

Direção de interoperabilidade

Standards no roteiro de desenvolvimento.

01

ICD-10-CM/PCS para o fluxo de codificação hospitalar

02

Mensagens HL7 v2, quando disponibilizadas pela instituição

03

Recursos e perfis FHIR R4/R4B

04

Importação e exportação através de APIs acordadas

05

Identidade federada e controlo de acessos

06

Exportação de eventos de auditoria

07

Mapeamento para catálogos clínicos nacionais oficialmente identificados

A disponibilidade e o âmbito serão validados projeto a projeto. A referência a estes standards não representa certificação de conformidade nem uma integração atualmente instalada.

Fluxo e fronteira dos dados

Mapear antes de integrar.

Antes de ligar qualquer fonte clínica, são documentados os campos, identificadores, endpoints, sentido do fluxo, armazenamento, acessos, logs, conservação e eliminação.

A arquitetura de avaliação é definida por instituição: instância local dedicada ou ambiente cloud dedicado na UE/EEE. Os identificadores diretos e a informação de reidentificação permanecem dentro do perímetro institucional acordado.

Sempre que possível, são privilegiados dados sintéticos ou irreversivelmente anonimizados. Quando sejam necessários dados pseudonimizados, estes continuam a ser tratados como dados pessoais sujeitos ao RGPD.

Parceiros de avaliação

Procuramos parceiros para uma avaliação controlada.

A VGSI convida hospitais, equipas de codificação, unidades de saúde digital e grupos académicos a estudar o potencial da IA governada na codificação clínica. O percurso proposto inclui:

01

Definir a pergunta e o fluxo a avaliar

02

Estabelecer a linha de base sem presumir ganhos

03

Concluir os gates de proteção de dados, segurança, ética e regulação

04

Privilegiar dados sintéticos ou anonimizados; quando sejam necessários dados pseudonimizados, tratá-los integralmente como dados pessoais

05

Comparar com revisão especializada

06

Documentar resultados, erros, limitações e decisões de continuidade

Uma avaliação não será apresentada como testemunho comercial nem como validação clínica.

Interoperabilidade e avaliação

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